quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Youssef diz que pagava propina a mando de agentes políticos


A defesa de Alberto Youssef disse hoje (28) à Justiça Federal que o doleiro não liderou o esquema que desviou recursos da Petrobras. Segundo o advogado Antônio Figueiredo Basto, Youssef não pode ser condenado por corrupção passiva, porque cumpria ordens de agentes políticos para fazer o pagamento de propina. Os desvios são investigados na Operação Lava Jato.

Em depoimentos de delação premiada, Youssef, que está preso, apontou os nomes de políticos que receberam propina. Em fevereiro, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, deve denunciá-los ao Supremo Tribunal Federal (STF). Os nomes são mantidos em segredo de Justiça.

Em resposta à abertura de uma das ações penais contra Youssef, o advogado do doleiro disse que ele não atuou isoladamente, e não tinha poderes para favorecer ninguém dentro da Petrobras. "Sua função era fazer o dinheiro chegar aos corruptos e irrigar contas de partidos políticos, conforme ele mesmo informou em seu interrogatório. Podemos afirmar, sem qualquer margem de erro, que as propinas somente existiram por vontade dos agentes políticos", alega a defesa.

Antônio Basto também informou que os acordos entre agentes políticos e as empreiteiras não tinham participação de Youssef, que atuava na fase final, na distribuição da propina. Segundo a defesa, o dinheiro desviado da Petrobras foi usado para financiar campanhas políticas "no Legislativo e Executivo".

"Agentes políticos das mais variadas cataduras racionalizaram os delitos para permanecer no poder, pois sabiam que enquanto triunfassem podiam permitir e realizar qualquer ilicitude, na certeza de que a opinião pública os absolveria nas urnas", diz o advogado.

Na petição, a defesa compara o esquema investigado na Lava Jato com a Ação Penal 470, o processo do mensalão.

"Embora esse projeto de poder não seja novo, haja vista já ter sido implementado antes em outros órgãos públicos, conforme restou provado no julgamento da Ação Penal 470/MG, conhecido como 'mensalão'¸ no caso vertente foi superlativo, quer pelo requinte dos malfeitos quer pela audácia e desmedida ganância dos agentes políticos que, incrustados no poder, fizeram movimentar a máquina pública para atender suas exigências, desviando valores vultosos da maior empresa do país, a Petrobras" - argumenta Basto.

fonte: correiobrasiliense

VIDEO: A FESTA NO RIO EM BOA SAÚDE, É TRADIÇÃO

Todos os anos acontece a tradicional festa da beira rio. Encontramos esse vídeo onde se ver as "meninas" chegando em pau de arara e a "turma" fazendo a festa com a chegada delas.

O vídeo foi publicado no Youtube em 17 de fevereiro de 2009 e o dono do canal escreveu a seguinte descrição:

Uma festa popular e aberta. Uma pequena e pacata cidade, encravada no sertão semi-árido do Nordeste brasileiro. Dia da padroeira. As pessoas [homens, mulheres, adultos e jovens, mas nenhuma criança] vão se aglomerando no leito do rio seco, enquanto curiosos se acotovelam em cima da ponte. Cena de piquenique. Comida, lençóis no chão, bebida e muita conversa.Mas o assunto é outro...
Rio Trairi em 2005
Rio Trairi em 2013
POSTAGEM ORIGINAL:http://fmboasaude.blogspot.com.br/2015/01/festa-da-beira-do-rio-em-boa-saude.html 

PARABÉNS DO BLOG PARA MAYARA RAMOS

Iguana de três caudas é encontrada em sítio no interior do RN

Do G1 RN
Animal foi achado no município de Lagoa Nova na tarde desta terça-feira (27) (Foto: Bárbara Azevedo/G1)Animal foi achado no município de Lagoa Nova na tarde desta terça-feira (27) (Foto: Bárbara Azevedo/G1)
Uma iguana com três caudas foi encontrada na tarde desta terça-feira (27) no município de Lagoa Nova, a 198 quilômetros de Natal. A veterinária Sâmya Felizardo informou que é comum que alguns répteis consigam soltar a cauda para distrair possíveis predadores. As fotos foram enviadas ao G1 pela ferramenta VC no G1.

"Em algumas vezes a iguana não consegue desprender a cauda, fazendo com que ela se regenere e outra nasça. Encontramos com certa frequência a bifurcação. Com três caudas é mais raro, porém pode acontecer", acrescentou a veterinária.

O coordenador de Agricultura da Prefeitura de Lagoa Nova, Wallace Frade explica que o animal foi encontrado no sítio em que sua cunhada, Bárbara Azevedo, mora. A iguana havia sido vista na região há cerca de 20 dias, mas só agora os moradores perceberam a anomalia.

Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o VC no G1.
Caudas causaram estranheza em Lagoa Nova, interior do Rio Grande do Norte (Foto: Bárbara Azevedo/G1)Caudas causaram estranheza em Lagoa Nova, interior do Rio Grande do Norte (Foto: Bárbara Azevedo/G1)

Petrobras fecha em queda de mais de 11% e perde R$ 13,7 bilhões em valor de mercado

A ausência das perdas contábeis no balanço da Petrobras não agradou aos investidores, e as ações da estatal registraram nesta quarta-feira seu maior tombo diário desde 27 de outubro de 2014. A queda da petroleira arrastou a maioria das ações do índice de referência Ibovespa, que viu cair 44 dos 68 papéis que o compõem. O indicador encerrou o dia recuando 1,85%, aos 47.694 pontos. O volume financeiro do mercado foi de cerca de R$ 5,9 bilhões.Já o dólar comercial fechou em alta de 0,23%, a R$ 2,575 na compra e a R$ 2,577 na venda, com os investidores especulando sobre resultado da reunião do Federal Reserve (Fed, banco central americano) que termina hoje.
Os papéis preferenciais (sem direito a voto) da petrolífera caíram 11,21%, cotados a R$ 9,03, chegando à mínima de R$ 8,95. Já os ordinários tiveram desvalorização de10,48%, a R$ 8,63, tendo chegado à mínima de R$ 8,46. Em valor de mercado, a queda representou uma evaporação de R$ 13,7 bilhões no capital da companhia, que vale agora R$ 114,8 bilhões. O recuo foi uma reação direta à frustração dos investidores com o fato de a Petrobras deixar de informar a baixa contábil em seu balanço.
— Trata-se de um balanço de ficção, um rito que a companhia precisava cumprir para que credores não pedissem a antecipação dos pagamentos. Não deve ser levado a sério. A empresa simplesmente ainda não sabe como calcular as baixas contábeis. Isso até é lícito, dada a complexidade da companhia. Mas ela deveria ter feito uma estimativa, pois ela sabe muito bem em quais projetos houve corrupção — disse Álvaro Bandeira, da Órama.
O analista Marco Aurélio Barbosa, da CM Capital Markets, lembra que os agentes do mercado financeiro esperavam que essas baixas contábeis — ajustes no balanço para compensar o valor pago a mais devido ao esquema de corrupção na estatal — fosse publicados junto com as demonstrações financeiras não auditadas que foram divulgadas nessa madrugada.
“Do ponto de vista patrimonial, de estrutura de ativos, essa peça contábil não tem efeito prático nenhum, dado que o mercado continuará especulando o tamanho da baixa, e, adicionalmente, sem o parecer dos auditores fica a duvida sobre a confiabilidade da demonstração financeira”, afirmou, em relatório enviado a clientes.
Para Barbosa, a empresa não tem “total domínio” da situação e por isso a ausência do ajuste contábil. A companhia informou que só irá divulgar esse dado após consulta à Securities and Exchange Comission (SEC, a CVM americana).
Além da Petrobras, contribuíram para a queda da Bolsa o desempenho ruim dos bancos no pregão. O Banco do Brasil caiu 4,30%, enquanto o Bradesco apresentou baixa de 2,39%. O Itaú Unibanco caiu 2,04%. Também registram queda acentuada a Braskem (2,62%) e a JBS (3,45%).

fonte: O globo

Quadrilha explode agência do Bradesco em São Pedro

Uma quadrilha explodiu na madrugada desta quarta-feira (28) o caixa eletrônico da agência do Bradesco do município de São Pedro, na região Agreste do Rio Grande do Norte. De acordo com a Polícia Militar, os criminosos levaram todo o dinheiro do local e atiraram contra o prédio destacamento da corporação na cidade.
Divulgação/Polícia MilitarAgência do Bradesco em São Pedro é quarta explodida por criminosos em pouco mais de uma semanaAgência do Bradesco em São Pedro é quarta explodida por criminosos em pouco mais de uma semana

Segundo a PM, o crime aconteceu por volta das 2h. A força da explosão deixou a agência completamente destruída. Após levarem o dinheiro, os assaltantes atiraram contra o prédio da Polícia Militar e para o alto, atingindo um imóvel da região.

Quinto caso em nove dias
Essa foi a quarta agência do Bradesco alvo da ação dos criminosos no Rio Grande do Norte em 2015. O primeiro caso aconteceu na terça-feira, dia 20, Durante a madrugada, criminosos explodiram a agência de Serra Caiada e levaram a maior parte do dinheiro do local, fugindo por uma estrada que dá acesso ao município de Boa Saúde.

O segundo caso ocorreu na madrugada da última quinta-feira (22) em Paraú, na região Oeste. Na ocasião, a quadrilha levou todo o dinheiro que estava no caixa eletrônico. De acordo com a polícia, pelo menos seis homens participaram da ação.

O terceiro crime do tipo aconteceu no domingo (25) na cidade Messias Targino, também na região Oeste. De acordo com a Polícia Militar, os criminosos saíram atirando pela cidade após o crime. Os bandidos conseguiram levar parte do dinheiro, mas não se sabe o valor roubado. No mesmo dia, uma quadrilha arrombou (25) caixas eletrônicos de uma fábrica no município de Macaíba, na região metropolitana de Natal. De acordo com a Polícia Militar, os criminosos usaram um maçarico para ter acesso ao dinheiro do terminal.
fonte:Tribuna do Norte

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Youssef diz ter pago propina da UTC no MA momentos antes de sua prisão

O doleiro Alberto Youssef afirmou em delação à Polícia Federal que efetuou pagamento de propina a um integrante do alto escalão do governo Roseana Sarney no Maranhão em nome da UTC no dia de sua prisão. Ele foi preso em março, em um hotel de São Luís (MA), durante as investigações da Operação Lava Jato.
Segundo Youssef, a entrega do dinheiro ocorreu momentos antes da prisão. Ao perceber que seria preso –após retornar uma ligação que descobriu ser de policiais federais do Paraná–, ele diz ter levado R$ 1,4 milhão ao quarto de um emissário do então secretário da Casa Civil de Roseana Sarney, João Abreu. Depois disso, "retornou ao quarto e ficou esperando a polícia chegar", de acordo com relato à Polícia Federal.
Além do dinheiro, ele também levou uma caixa de vinhos como presente ao então secretário.
O juiz federal Sergio Moro, responsável pelos processos da Lava Jato, autorizou o compartilhamento do depoimento de Youssef e outras provas sobre o precatório com o atual governo do Maranhão, do governador Flávio Dino (PCdoB).
Geraldo Magela - 18.out.2005/Agência Senado
O doleiro Alberto Youssef, preso durante a Operação Lava Jato, durante depoimento ao Senado, em 2005
O doleiro Alberto Youssef, preso durante a Operação Lava Jato, em depoimento ao Senado em 2005
O CASO
O caso veio à tona no ano passado, após a contadora de Youssef, Meire Poza, ter revelado a propina em depoimento à PF. Segundo ela, o governo do Maranhão recebeu R$ 6 milhões para furar a fila de pagamento de precatórios e antecipar um pagamento de cerca de R$ 120 milhões para a empreiteira UTC/Constran.
Furar fila de precatório caracteriza, em tese, crime de responsabilidade, um dos motivos que podem levar ao impeachment de governador. Roseana já anunciou que abandonará a vida política.
Youssef estava em São Luís (MA) cuidando desse negócio quando foi preso pela Polícia Federal na Operação Lava Jato, em 17 de março de 2014.
O doleiro afirma ter recebido R$ 4 milhões pela operação. Ainda segundo Youssef, Abreu recebeu, além dos R$ 1,4 milhão, outras duas parcelas de R$ 800 mil, por meio de emissários.
A Constran teria contratado o doleiro para receber o precatório porque não conseguia receber do governo pela pavimentação de estrada que executara nos anos 1980.
A Justiça do Maranhão suspendeu o pagamento do precatório.
Em agosto, a gestão Roseana Sarney disse em nota que "não houve favorecimento no pagamento da ação de indenização proposta pela Constran, há mais de 25 anos". "Foi realizado acordo judicial, com acompanhamento do Ministério Público, para negociação dessa ação, que trouxe uma economia de R$ 28,9 milhões aos cofres públicos", afirmou.
A empreiteira nega veementemente que tenha rompido a ordem cronológica.
"O acordo foi realizado seguindo todos os trâmites legais e respeitou todos os prazos estabelecidos pela lei. Além disso, a empresa aceitou receber o valor em 24 parcelas sem nenhuma correção ou juros. A Constran repudia qualquer tentativa de relacioná-la ao pagamento de propinas", disse, à época.

FOLHA.COM

MPF denuncia ex-gerente dos Correios de Boa Saúde por empréstimos fraudulentos

Após realizar empréstimos fraudulentos em nome de beneficiários do INSS, ex-servidora simulou assalto e se apropriou do dinheiro do cofre da agência

56I8659598
O Ministério Público Federal no Rio Grande do Norte (MPF/RN) apresentou uma denúncia e uma ação de improbidade, assinadas pelo procurador da República Kleber Martins, contra Naide Xavier de Souza, ex-gerente da agência dos Correios do Município de Boa Saúde. De acordo com as ações, entre 2009 e 2010 Naide Xavier se aproveitou da função que exercia para realizar pelo menos 59 empréstimos consignados em nome de beneficiários do INSS e se apropriar dos respectivos valores, o que teria rendido aproximadamente R$ 37.890, que atualizados equivalem a R$ 65.576.
No final do expediente de 11 de maio de 2010, ela se apropriou de toda quantia existente no cofre da agência, R$ 64.507,88 (R$ 106.959,83 em valores corrigidos) e, em seguida, telefonou para a Diretoria Regional dos Correios, em Natal, comunicando falsamente que teria ocorrido um assalto. A intenção, além de obter lucro ilicitamente, era utilizar parte do dinheiro para quitar alguns dos empréstimos fraudulentos, cujos clientes ameaçavam procurar as autoridades para denunciá-la.
Investigações – O falso relato sobre o suposto assalto foi rapidamente desmentido pelas investigações internas dos Correios e pelas diligências da Polícia Federal. Moradores da vizinhança não viram qualquer pessoa invadindo a agência no horário mencionado por Naide Xavier. Uma webcam que filmava a porta de entrada foi desligada intencionalmente no dia anterior e outra, voltada para o guichê, registrou a ex-gerente realizando atendimentos normalmente e indo até o cofre, sem qualquer indício da presença dos dois ladrões armados que ela afirmou terem feito ela de refém.
Após responder a processo disciplinar, Naide Xavier de Souza foi demitida por justa causa dos Correios e terá de arcar com a devolução de toda a quantia indevidamente apropriada. A ex-servidora deverá responder ainda pelos crimes de estelionato, peculato e por atos de improbidade administrativa que importam em enriquecimento ilícito e prejuízo ao erário, nas ações propostas pelo MPF/RN.

Marta volta a atacar Dilma: ‘Vaca engasga de tanto tossir’

No dia da primeira reunião ministerial do novo governo Dilma Rousseff, a ex-ministra e senadora Marta Suplicy (PT-SP) coloca mais lenha na fogueira da crise do partido e afirma que falta transparência ao governo. Em artigo publicado na “Folha de S. Paulo” e divulgado à imprensa por sua própria assessoria, a senadora escreve que, “se tivesse havido transparência na condução da economia no governo Dilma, dificilmente a presidente teria aprofundado os erros que nos trouxeram a esta situação de descalabro”.
Marta, que no começo do ano deu uma entrevista com fortes críticas a Dilma e ao PT, dizendo que ou o partido “muda ou acaba”, lembrou nesta terça-feira que a presidente afirmou em seu discurso de vitória que manteria seus compromissos de campanha. “Nem que a vaca tussa”, salientou Marta sobre expressão usada por Dilma para afirmar que não mexeria em direitos e conquistas trabalhistas.
Para a senadora, se tivesse havido transparência, “não estaríamos agora tendo de viver o aumento desmedido das tarifas, a volta do desemprego, a diminuição de direitos trabalhistas, a inflação, o aumento consecutivo dos juros, a falta de investimentos e o aumento de impostos, fazendo a vaca engasgar de tanto tossir”.
A senadora, que foi ministra dos governos Lula e Dilma (Turismo e Cultura, respectivamente), queixou-se do silêncio da presidente sobre a escolha do ministro da Fazenda, Joaquim Levy: “sem nenhuma explicação, nomeia-se um ministro da Fazenda que agradaria ao mercado e à oposição. O simpatizante do PT não entende o porquê. Se tudo ia bem, era necessário alguém para implementar ajustes e medidas tão duras e negadas na campanha? Nenhuma explicação”.
Para Marta, no entanto, não fica claro ainda se Dilma apoia as decisões da equipe econômica, já que “ela logo desautoriza a primeira fala de um membro da equipe e depois silencia”. A senadora comenta ainda que a própria Fundação Perseu Abramo, entidade do PT, criticou as escolhas do econômicas do governo. Marta classifica de “maldades” as medidas adotadas pela equipe econômica: “É óbvio que ela sabe o tamanho das maldades que estão sendo implementadas para consertar a situação que, na realidade, não é nada rósea como foi apresentada na eleição”.
“O PT vive situação complexa, pois embarcou no circo de malabarismos econômicos, prometeu, durante a campanha, um futuro sem agruras, omitiu-se na apresentação de um projeto de nação para o país, mas agora está atarantado sob sérias denúncias de corrupção”, dispara a ministra, ressaltando que “nada foi explicado ao povo brasileiro, que já sente e sofre as consequências e acompanha atônito um estado de total ausência de transparência, absoluta incoerência entre a fala e o fazer, o que leva à falta de credibilidade e confiança”.
Para Marta, a esse cenário somam-se as crises hídricas e energéticas, o que deixa o “palco montado”: “A peça se desenrola com enredo atrapalhado e incompreensível. O diretor sumiu”, finaliza a ex-ministra.
O presidente nacional da legenda, Rui Falcão, não quis comentar as declarações da ex-ministra. Rui foi secretário de governo de Marta em São Paulo e era um de seus principais aliados. Ainda assim não escapou das críticas de Marta, que o acusou de fazer parte de um “complô” com o publicitário João Santana para inviabilizar uma eventual candidatura do ex-presidente Lula no ano passado.

CRISE COM O PT
Ex-prefeita de São Paulo, Marta tem se ressentido de falta de apoio do partido. Nas últimas campanhas, de 2012 e do ano passado, deu apoio protocolar aos candidatos a prefeito, Fernando Haddad, e a governador, Alexandre Padilha. No final do ano, foi implacável com o Padilha, seu ex-colega de ministério, que anunciou em primeira mão pelo Twitter o nome do sucessor de Marta na Cultura, Juca Ferreira. “Nada mais sintomático do que Alexandre Padilha, aquele que foi rejeitado pelo povo paulista, nas últimas eleições, para anunciar Juca Ferreira no Ministério da Cultura”, escreveu Marta, complementando que Ferreira, quando fora ministro da Cultura, havia promovido “desmandos” dos quais a população brasileira não “fazia ideia”.
Era o anúncio de que Marta, que pretende concorrer às eleições municipais de 2016, iniciava uma guerra contra seu próprio partido. Em seguida, em entrevista ao “Estado de S. Paulo”, a senadora fez críticas severas ao PT e ao governo. Até agora, a posição do partido tem sido de aguardar, sem causar mais fissuras na relação. O PT descarta a expulsão da ex-ministra e afirma que não há quebra de preceitos de seu estatuto.
Coordenador da Construindo um Novo Brasil (CNB), tendência majoritária do PT do qual Marta faz parte, Francisco Rocha, o Rochinha, rejeita a ideia de expulsar a ministra, mas não esconde a irritação com as declarações da petista. Para ele, “alguém precisa conversar com a Marta, que está magoada”. Ele, no entanto, não procurou a ex-ministra.
— Para expulsar a Marta pelo que ela fala, o PT teria de fazer uma lista enorme (de expulsões). Ela tem de parar. Alguém tem de sentar com ela e conversar. Não aceito que nenhum petista cuspa no prato em que comeu. Nem eu, Rochinha, nem ela, Marta.
Ex-marido de Marta, o senador Eduardo Suplicy foi surpreendido com o artigo da senadora nesta terça-feira. Apesar do nível de tensão entre ela e o partido, Suplicy diz acreditar que ainda exista um caminho de diálogo com a legenda.
— Ela tem consciência de que, se em alguns momentos ela não se sentiu tão considerada, por outro lado, sabe o quanto o partido a acolheu_ disse ele lembrando que, antes mesmo de ser deputada, em 1994, seu nome havia sido cogitado pelo então presidente do PT, José Dirceu, para ocupar a vaga de vice na disputa pelo governo paulista.
Bem votada para a Câmara dos Deputados, Marta concorreu ao governo em 1998 e, na eleição seguinte, venceu a corrida à prefeitura de São Paulo, em 2000. Depois, foi derrotada por José Serra (PSDB) na reeleição. Para Suplicy, não falta a Marta reconhecimento do partido, tampouco de lideranças como o presidente da legenda, Rui Falcão, e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, uma vez que, mesmo depois de derrotas eleitorais, ele concorreu ao Senado e ocupou dois ministérios do governo petista.
— Acredito que haja uma possibilidade de diálogo, mas qualquer decisão será dela. A minha recomendação, que faço a mim mesmo, é a decisão de permanecer, de procurar prevenir e corrigir as falhas (do partido)_ disse o senador, salientando que Marta não pediu seu aconselhamento.
Antigo aliado de Marta, o deputado Paulo Teixeira (PT-SP) condenou o texto da senadora, em sua conta no Twitter. Ele considerou o teor do texto “inaceitável”. “ Não traduz o sentimento dos petistas nem do povo brasileiro”, escreveu o petista.

Ex-companheira de Marta no PT, a deputada Luiza Erundina (PSB-SP) avalia que a “radicalidade” da ex-ministra denota uma possível saída de Marta do PT.
_ Tenho a impressão de que ela já decidiu sair do partido. Se não, estaria fazendo essas críticas internamente. É uma situação muito grave_ disse Erundina, que deixou o PT há 15 anos.
A sigla de Erundina, o PSB, pode ser uma das opções de Marta caso deixe, de fato, o PT. Uma das avaliações nos bastidores dos partidos é que, pelo PSB, Marta poderia disputar a prefeitura em 2016, com o apoio do PPS e do Solidariedade, que também já teria oferecido vaga à senadora. Para complicar ainda a situação do prefeito petista Fernando Haddad, que tentará a reeleição, Marta poderia acabar recebendo o apoio do PSDB, que, em São Paulo, é coligado aos pessebistas no governo do Estado.


FONTE: O GLOBO

O calendário de pagamento do Estado de janeiro já está fechado

O calendário de pagamento de janeiro já está fechado e ocorrerá nos seguintes dias: 29 de janeiro, serão pagos os salários dos aposentados e pensionistas. E, no dia 30 de janeiro, receberão os servidores da ativa da administração direta e indireta.

"Sempre tenho reiterado que o Governo não medirá esforços para cumprir o calendário de pagamento e que não estamos aqui para punir os servidores do Estado. O desequilíbrio fiscal existe, mas desde que assumimos, temos trabalhado incansavelmente para cumprir com o mínimo devido aos servidores do Estado", disse o governador, Robinson Faria. De acordo com o secretário de Estado do Planejamento e das Finanças, Gustavo Nogueira, ainda não há condições de se estabelecer um calendário para os próximos meses, devido o desequilíbrio fiscal em que foram encontrados os cofres públicos. Segundo informações da Seplan, o valor total que será pago aos servidores estaduais é de R$ 283.764.758,87, distribuídos entre 62.596 servidores ativos; 33.447 aposentados e 10.482 pensionistas.


fonte:ASSECOM/RN

Polícia Federal deflagra a Operação Mutuum em Natal nesta segunda-feira


O nome da operação é originário do latim e significa “empréstimo”

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação
A Polícia Federal deflagrou na manhã desta segunda-feira, 26/1, a Operação Mutuum , destinada a desarticular grupos criminosos constituídos para captar recursos de terceiros e conceder empréstimos, atividade típica de instituição financeira e, consequentemente, sem autorização do Banco Central do Brasil.
A investigação, que teve início em dezembro de 2013, apurou que pessoas, em nome próprio ou através de empresa de factoring, concediam empréstimos praticando taxas de juros acima do previsto em lei e, no caso da empresa, as operações estavam desvinculadas das atividades de seus clientes.
Ao todo foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão em Natal e utilizados na ação, 16 policiais federais.
O nome da operação é originário do latim e significa “empréstimo”.
Fonte: PF/RN

Partido dos Trabalhadores? Revisão de regras trabalhistas foi planejada antes da eleição

A mudança nas regras para a concessão de benefícios trabalhistas e previdenciários, anunciada no final do mês passado como uma das medidas de redução das despesas públicas, foi decidida pelo governo de Dilma Rousseff antes da eleição, encerrada em outubro de 2014.
Um integrante do governo confirmou à Folha que as novas normas, que limitam a obtenção do seguro-desemprego e do abono salarial, foram definidas em meados de 2014.
Em agosto, o governo reduziu em R$ 8,8 bilhões a previsão do gasto com o abono salarial para este ano. A revisão consta do PLOA (Projeto de Lei Orçamentária Anual) de 2015, enviado naquele mês pelo Planalto ao Congresso.
O integrante do governo ouvido pela Folha disse que a previsão foi feita com base nas regras já então definidas e que seriam anunciadas depois das eleições.
Editoria de Arte/Folhapress
Durante a campanha, em ataques aos candidatos adversários, Dilma disse que não faria alterações na legislação que comprometessem direitos do trabalhador.
Ao insinuar que seus opositores alterariam os direitos trabalhistas, chegou a afirmar que não mexeria em benefícios como férias e 13º "nem que a vaca tussa".
O tema virou um dos slogans da campanha de Dilma. O PT anunciou no site da candidata uma mobilização nacional, batizada de "Nem que a vaca tussa", contra mudanças nos direitos trabalhistas.
No dia 6 de novembro, o ainda ministro Guido Mantega (Fazenda) antecipou o que sua própria equipe já havia preparado. "Nós temos agora que fazer uma redução importante das despesas que estão crescendo, como o seguro-desemprego, abono salarial e auxílio-doença", disse o ministro durante evento da FGV (Fundação Getulio Vargas) em São Paulo.
Quando as novas regras foram divulgadas, no final de dezembro, Joaquim Levy já havia sido anunciado como o substituto de Mantega na Fazenda. Levy foi convidado oficialmente por Dilma para ocupar o cargo no dia 20 de novembro, duas semanas, portanto, depois da declaração de Mantega na FGV.
Hoje, um trabalhador para receber o seguro-desemprego pela primeira vez precisa ter trabalhado seis meses nos últimos 36 meses anteriores à data da dispensa. Se requisitar o benefício pela segunda vez, vale a mesma regra.
Com as novas normas, que entram em vigor em março, para receber o seguro pela primeira vez o trabalhador precisa ter trabalhado 18 meses nos últimos 24 meses anteriores à demissão. Para obter o benefício pela segunda vez, o trabalhador precisa ter recebido salários por pelo menos 12 meses nos últimos 16 meses antes da dispensa.
Segundo cálculos da Fazenda, metade dos trabalhadores que pediram o seguro em 2014 pela primeira vez não teria direito ao benefício com as novas regras.
Para o abono salarial, pago ao trabalhador que recebeu até dois salários mínimos, haverá carência de seis meses de trabalho ininterrupto para a concessão do benefício. Hoje, basta trabalhar um mês no ano.
As novas regras tornam mais rígidas também as concessões de abono salarial, pensão por morte, auxílio doença e seguro defeso, pagos a pescadores durante períodos de proibição da pesca.
A maior parte das alterações será feita por medidas provisórias, que terão de ser aprovadas pelo Congresso. O governo espera economizar R$ 18 bilhões. As novas regras foram bem recebidas pelo mercado e por especialistas, por corrigir distorções e por reduzir os gastos públicos.
OUTRO LADO
O Palácio do Planalto foi procurado pela reportagem no início da tarde de sexta-feira (23). A assessoria solicitou que as perguntas fossem encaminhadas por e-mail.
A Folha questionou quando as novas regras para a concessão dos benefícios trabalhistas foram elaboradas e se o Planalto confirmaria que as medidas foram desenhadas pela equipe do ex-ministro da Fazenda Guido Mantega.
Num primeiro momento, a assessoria do Planalto informou que o tema deveria ser respondido pelo Ministério da Fazenda.
Depois, acrescentou que repassaria as perguntas para a Fazenda, se fosse o caso.
Na tarde deste domingo (25), a Folha tentou novo contato com o plantão da assessoria do Planalto, mas não teve sucesso.
Até a conclusão desta edição, nem o Planalto nem a Fazenda ligaram de volta ou responderam os questionamentos encaminhados por e-mail.
No final do mês passado, quando as novas regras foram anunciadas, o ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, disse que as medidas corrigiriam distorções existentes nos benefícios e que, por esse motivo, não configurariam uma contradição com as promessas feitas pela presidente Dilma Rousseff durante a campanha.
"Os direitos estão sendo mantidos. Estamos dando isonomia [aos trabalhadores] e alguns programas precisam de correção. [...] Nas conversas com centrais [sindicais], eles não só concordam, como sabem que existem distorções nas regras de acesso", afirmou ministro durante o anúncio das medidas.
"A grande distorção é para quem está entrando no mercado de trabalho. Se não fizermos essas alterações, as futuras gerações pagarão um preço muito alto. Precisamos olhar [para o futuro] de forma sustentável", disse Mercadante.

fonte:Folha.com

sábado, 24 de janeiro de 2015

Conflitos entre torcidas organizadas deixam dois mortos em Parnamirim


Três assassinatos foram registrados entre a noite desta sexta-feira (23) e a madrugada deste sábado (24) no município de Parnamirim, na Grande Natal. De acordo com a Polícia Civil, dois casos estariam ligados à brigas entre torcidas organizadas de clubes da capital potiguar. Um pessoa foi presa e a mãe de uma das vítimas foi baleada na confusão.

De acordo com o delegado Luiz Lucena, da Delegacia Especializada de Homicídios de Natal (Dehom) o primeiro crime aconteceu ainda na noite de sexta-feira em trecho da BR-101 na divisa entre Parnamirim e São José de Mipibu. A vítima foi identificada como Felipe Leandro de Lima, de 22 anos, conhecido como "Felipe Oião". O jovem foi executado com três tiros na cabeça.

Já pela manhã, a Dehom registrou o assassinato de Alison Maia da Silva, de 19 anos. Segundo o delegado Lucena, o crime foi uma retaliação ao homicídio do rapaz na BR-101. "As duas mortes têm relação com brigas de torcidas organizadas", explicou o delegado. No segundo caso, um jovem foi preso suspeito do crime. "Além de matar o rapaz, o suspeito baleou ainda mãe do Alison na boca, que tentava protegê-lo. Foi um caso de vingança", declarou.

O suspeito foi preso e encaminhado para a Delegacia de Plantão da Zona Sul, no bairro de Candelária, em Natal.

Crime no bairro Nova Esperança
O terceiro assassinato da noite ocorreu no bairro Nova Esperança. A vítima foi identificada como José Eduardo da Rocha, de 16 anos. De acordo com a PM, moradores da região relataram que o adolescente estava com um grupo de jovens quando eles teriam discutido. Um deles teria puxado uma arma e efetuado os disparos. A vítima também estava armada e revidou, mas acabou baleado e morreu no local.

Após o crime os suspeitos fugiram do local. As investigações dos três crimes serão iniciadas pela Dehom. Os corpos das três vítima foram levados para a sede do Instituto Técnico-Científico de Polícia (Itep-RN), no bairro da Ribeira, em Natal.

Fonte:Tribuna do Norte

Amigo íntimo de Lula é peça-chave do petrolão


SUPERCREDENCIAL - José Carlos Bumlai, amigo íntimo do presidente Lula, estava autorizado a entrar quando quisesse, na hora em que bem entendesse
Um dos grandes pecuaristas do país, José Carlos Bumlai conta que visualizou em sonho sua aproximação com Luiz Inácio Lula da Silva, quando ele era apenas aspirante à Presidência. Com a ajuda de um amigo comum, Bumlai conheceu o petista e o sonho se realizou. O pecuarista tornou-se íntimo de Lula. O sonho embutia uma profecia que ele só confidenciou a poucos: a aproximação renderia excelentes resultados para ambos. Assim foi. Lula chegou ao Planalto, e Bumlai, bom de negócios, bem-sucedido e rico, tornou-se fiel seguidor do presidente, resolvedor de problemas de toda espécie e, claro, receptador de dividendos que uma ligação tão estreita com o poder sempre proporciona. No governo, só duas pessoas entravam no gabinete presidencial sem bater na porta. Bumlai era uma delas. A outra, Marisa Letícia, mulher de Lula.
Desde 2005, sabia-se em Brasília que Bumlai também tinha delegação para tratar de interesses que envolvessem a Petrobras. Foi ele, por exemplo, um dos responsáveis por chancelar o nome do hoje notório Nestor Cerveró, um desconhecido funcionário da estatal, para o posto de diretor internacional da empresa. Em sua missão de conjugar interesses públicos e privados, Bumlai tinha seus parceiros diletos, aos quais dedicava atenção especial. Não demorou para que começassem a chegar ao governo queixas de empresários descontentes com “privilégios incompreensíveis” concedidos aos amigos do amigo do presidente.
Uma das reclamações mais frequentes envolvia justamente a Petrobras e uma empreiteira pouco conhecida até então, a UTC, que de repente passou a assinar contratos milionários com a estatal, ao mesmo tempo em que surgia como uma grande doadora de campanhas, principalmente as do PT. Gigantes da construção civil apontavam Bumlai como responsável pelos “privilégios” que a UTC estava recebendo da Petrobras. Hoje, a escalada dos negócios da UTC é uma peça importante da Operação Lava-Jato, que está desvendando o ultrajante esquema de corrupção montado no coração da estatal para abastecer as contas bancárias de políticos e partidos.
A cada depoimento, a cada busca, a cada prova que se encontra, aos poucos as peças vão se encaixando. A última revelação pode ser a chave do quebra-cabeça. Bumlai, o amigo íntimo do ex-presidente que tinha entrada livre ao Palácio do Planalto, está envolvido até o pescoço no escândalo de corrupção montado na Petrobras durante o governo petista.
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Blog do BG

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Motociclista morre após colidir com veículo em rodovia entre Brejinho e Monte Alegre; vítima fatal era irmão de Sargento


O acidente ocorreu por volta do meio-dia desta sexta-feira (23), quando Wellington Galvão, de aproximadamente 45 anos de idade se deslocava de moto no sentido Monte Alegre/Brejinho, quando colidiu de frente com um veículo Palio de placas NNM 2511, da cidade de Brejinho/RN.

Segundo informações de populares que passavam pelo local no momento da colisão, o motoqueiro teria feito uma ultrapassagem irregular, quando perdeu o controle da motocicleta, culminando no desfecho trágico. Wellington era irmão do Sargento Galvão, destacado e filho natural da cidade de Brejinho, que esteve no local e acompanhou todo o procedimento policial.

Policiais do CPRE (Comando da Polícia Rodoviária Estadual) foram os primeiros a chegarem ao local do acidente, acompanhados pela viatura do SAMU que fez todos os procedimentos quanto às vítimas, confirmando o falecimento de Wellington no local e o motorista do Palio foi levado ao Hospital de Monte Alegre para exames de rotina, o mesmo estava completamente abalado e não quis falar sobre o ocorrido, uma vez que o piloto morto era conhecido seu.

Quem esteve no local do acidente também foi o filho da vítima, que de forma desesperada lamentou o falecimento do pai: "Ele ligou pra mim, ainda agora, dizendo que estava indo almoçar, não posso acreditar que perdi meu assim dessa forma", falou seu filho.

Policiais dos comandos de Brejinho e Monte Alegre também estiveram no local e prestaram suas solidariedades ao colega Sargento Galvão, pela perda seu irmão.

Com informações do Montealegrense

Justiça Federal decide quebrar sigilo bancário e fiscal de Dirceu



Notícia foi divulgada pelo Jornal Nacional

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação
A Justiça Federal mandou quebrar o sigilo bancário e fiscal do ex-deputado e ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, informou nesta noite de quinta-feira, 22, o Jornal Nacional, da Rede Globo. A decisão, segundo a reportagem, também vale para o irmão de Dirceu, Luiz Eduardo de Oliveira e Silva, e para a empresa deles, a JD Assessoria e Consultoria Ltda.O Jornal Nacional citou que o Ministério Público Federal (MPF) viu indícios de que a JD recebeu recursos de empreiteiras ligadas ao esquema de corrupção na Petrobras, desvendado pela Operação Lava Jato. Segundo a decisão da Justiça, citada pela Rede Globo, a JD Assessoria e Consultoria recebeu, entre 2009 e 2013, R$ 3.761.000,00 das construtoras Galvão Engenharia, OAS e UTC Engenharia. As três empreiteiras tiveram executivos presos no início de dezembro.Em nota, José Dirceu confirmou, segundo o Jornal Nacional, que prestou serviços de consultoria às empresas citadas no documento da Justiça Federal. Ele se pôs a disposição para prestar esclarecimentos ao Judiciário.
À Rede Globo, a Galvão Engenharia informou que não se pronunciaria sobre as suspeitas. A UTC Engenharia reconheceu que contratou a JD Assessoria e Consultoria para a prospecção de negócios de infraestrutura no Peru e na Espanha, segundo a reportagem. Na construtora OAS, ninguém foi encontrado para comentar as suspeitas, informou o Jornal Nacional.

FONTE: JHRN